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01/12/2010 / Senscube

Ipad – App do SensCube

28/11/2010 / Senscube

Wireframes – Ipad

Abaixo os wireframes do nosso aplicativo para Ipad.
O aplicativo consiste basicamente em usar as peças que dão forma ao rosto, e com a interação do usuário, ele tem a oportunidade de escolher o assunto que melhor atende as suas necessidades, e também de formar o rosto da personagem da forma que lhe agrade mais.


No primeiro wireframe, tem-se os botões, a área principal e de maior interação do usuário. Temos também o logo do nosso blog.
30/10/2010 / Senscube

Psicodrama

Aos sábados no Centro Cultural Vergueiro, são “encenados” psicodramas onde os espectadores são convidados a participar efetivamente do espetáculo, dando sugestões, participando com intervenções e contribuições a partir de suas opiniões e dúvidas.
Tivemos o prazer de poder presenciar uma dessas encenações, e mais ainda, de participar, mesmo que apenas rindo, e tentando entender o que sentíamos em determinados momentos. Os sentidos são postos a prova, as emoções afloram e muitas situações são discutidas.
A questão levantada nesse dia, era algo como quem tem uma opinião que difere da maioria, é sempre taxado como errado, como alguém que não gosta da maioria, e por isso é excluído, calado e censurado. E daí surgem os lados que concordam com isso, com essa coisa de seguir a maioria, e tem o lado dos que pensam por si só, que a própria cabeça é seu guia.

Para quem não sabe, psicodrama é um método de investigação, e tratamento de problemas psicológicos. Sua base é formada por elementos do teatro, e da psiquiatria, e tem como recurso de ação, a dramatização.
É um método formulado para ser trabalhado em grupo, e tem um foco terapêutico e educacional em alguns casos. São usados também textos improvisados, um mix intenso dos sentidos na busca dessa “cura” interior. Para o criador do psicodrama, Jacob Levy Moreno, esse é um método para resgatar a espontaneidade e chegar ao autoconhecimento. O corpo é uma peça-chave, pois os pensamentos e as emoções se expressam em atos organizados e representados no palco.

Mas depois de ler tudo isso, você deve estar se perguntando: “Ei, cadê o design? E a hipermídia?”.
Bom, a forma de divulgação desse tipo de peça, além do famoso “boca a boca”, vai além das fronteiras digitais, e sempre há um espectador com uma câmera na mão, filmando, ou mesmo fotografando a encenação. Depois disso os vídeos são colocados na rede para que outras pessoas tenham acesso a tudo isso, e se interessem cada vez mais nessa exploração psíquica, emocional e de autoconhecimento que o psicodrama proporciona.

 

Informações:
Divisão de Ação Cultural e Educativa – tel. 3397-4037
Sábados, das 10h30 às 13h – Sala Adoniran Barbosa

20/10/2010 / Senscube

A Experiência Digital

Com a popularização massiva do uso da internet, as agências de internet, estudiosos e envolvidos com todo o processo de desenvolvimento de conteúdo para a web se viram obrigados a uma mudança de comportamento causada pela forma como usuários utilizam a internet, ou seja, a usabilidade, o design, a criatividade, a interatividade, enfim, todo o processo foi profundamente alterado e repensado. E se mantém em constante mudança e evolução.

A arquitetura de informação, a criação estratégica e até mesmo as aulas da faculdade tem que sofrer essa alteração para poder acompanhar a “nova onda da internet”, 2.0, 3.0…

Agora parece ser necessário conduzir o usuário à algum lugar, fazê-lo navegar da forma mais prazerosa e menos invasiva possível. Novas experiências com a relação homem-máquina, mais interatividade, experiências mais profundas com marcas ou produtos, interação entre mídias. Designs impressionantes e funcionais. Estamos numa nova era, a velocidade de conteúdo produzido muda muito rapidamente, o obsoleto já está a um minuto atrás. A interatividade impressiona e por isso necessita de novos produtos e novos designs e o ciclo recomeça.

Hoje em dia temos interatividade no nosso bolso, no trabalho, na faculdade. Faz parte do nosso cotidiano é cada vez mais normal e rotineiro. Por isso, as novas experiências digitais e inusitadas agregam valor àquele trabalho. Faz-se lembrar daquela marca, cria-se um marketing espontâneo disseminado pelo usuário comum ou pelo formador de opinião. E não acontece apenas no mundo virtual, está se sobressaindo para o real, o tátil, sentir na pontas dos dedos a interação ao invés de ficar só no, agora, velho e módico teclado + mouse. Aquele design fascinante, é aquele útil e de fácil usabilidade. E quando algum produto se torna altamente desejável e útil, pode ficar essencial dentro da sua vida. Mesmo sem que você soubesse disso antes.

Enfim, foi apenas uma pincelada num assunto tão vasto e complexo. É impressionante a velocidade com que muda e reage esse oceano de bites que cresce a cada milésimo de segundo.

11/10/2010 / Senscube

Acessibildade – Transpondo barreiras e dificuldades

O termo acessibilidade nos faz pensar numa transposição do que antes era uma dificuldade, para algo que possibilite a aproximação e a facilitação de pessoas com deficiências para a vida cotidiana e seus hábitos corriqueiros.

A internet, assim como as ruas e calçadas das cidades, possui buracos e grandes falhas, impossibilitando assim, o livre transitar de todo e qualquer tipo de indivíduo.
Em miúdos, a internet possui falhas para quem tem algum tipo de deficiência, e não são falhas com altos níveis de dificuldade de reparos não, muito pelo contrário, são pequenas modificações no código fonte de cada página de um site, e que podem facilitar, e muito, a vida do usuário portador de deficiência. Hoje em dia, existem softwares que auxiliam portadores de deficiência visual, a ler um site. Isso mesmo, ler um site. Através do código fonte do site, o programa lê para o usuário, todo o conteúdo nele existente.

Nos dias como os de hoje, em que somos bombardeados por informações por todos os lados, não seria cabível que a internet fosse mais uma forma de segregação, deixando mais uma vez pessoas portadoras de deficiência, de fora dos avanços, cada vez mais rápidos, do mundo e da vida em geral.

Para cada tipo de deficiência, criou-se uma linguagem que possibilita a comunicação, e a aproximação com tudo e todos. Para os deficientes visuais, o braile. Para os deficientes auditivos, ou com problemas de comunicação verbal, a libra, e por ai vai. Mas como tudo na vida, essas linguagens tem suas limitações quando o assunto é a internet. Na tela pode até ser que os sinais do Braile estejam aparentes, mas para um deficiente visual, isso é irrelevante, pois pra ele não faz a menor diferença, já que é apenas uma imagem, e ele não pode ler da forma usual, que seria tateando as letras já codificadas. Ele precisa de mais, ele precisa de algo que funcione como olhos para eles. O software criado para auxiliar nessa função foi um grande avanço para todos nós, mesmo não portadores de deficiência, porque nos aproxima cada vez mais do que antes era algo distante, e que parecia intransponível.

A sugestão então seria a de que, quando o usuário navegar pela web, o navegador imediatamente, identificar na máquina do usuário se existe algum software de leitura de tela, caso haja algum software, automaticamente o navegador acessaria outra interface voltada para usuários portadores de deficiência visual. Essa interface trabalharia com um layout simplificado e objetivo, com a intenção apenas de transmitir o conteúdo da página para o usuário.

29/09/2010 / Senscube

O sucesso é a divulgação! Será!?

Conforme instruído pelo ORÁCULO, a divulgação em meios sociais é uma das ferramentas mais poderosas para alavancar o sucesso do site.

Como mencionando no post anterior, mesmo que o Frankstein encha os olhos de esperança e de beleza, não podemos esquecer que ele não tem ALMA.

Assim é um site, de nada adianta ser bonito se não é funcional.

27/09/2010 / Senscube

Educação se traz de casa!

1º – Relatório de Estatísticas

De nada adianta ensinar, se não é colocado na prática o que aprendemos!

Esse relatório demonstra que quando o blog ou o site não é bem estruturado, divulgado e desenvolvido de acordo com as dicas fornecidas no Post anterior, o Site se torna um “Frankstein Digital”, algo sem alma e cheio de remendos.

De nada adianta ensinar, se não é colocado na pratica o que apreendemos!

27/09/2010 / Senscube

Dicas para o sucesso e um manual básico para a sobrevivência digital

Com a facilidade e a interação das ferramentas digitais, usuários que até então eram leigos no assunto, hoje conseguem desenvolver sites, blogs, fotologs, dentre outros aplicativos para web, sem grande esforço.

Como se diz no popular: “Fazer eu também faço, eu quero ver isso funcionar“.

O funcionamento do site ou da ferramente voltada para web, não se limita apenas a navegação. Mesmo designers gabaritados por grandes instituições, cometem erros simples que colocam todo o seu projeto e esforço por água abaixo.

O Maior objetivo de um site ou blog, além do simples fato de sobreviver, é permitir além do fácil acesso a informações,  que o internauta navegue por horas e horas sem se cansar, e volte sempre para ver suas atualizações. Mais do que tudo isso, que o usuário  indique o seu conteúdo a conhecidos, através do chamado “Marketing Viral”.

Como em uma “receita de bolo”, ou um procedimento para a “construção de um ônibus espacial”, é crucial que o sujeito que esteja desenvolvendo o site ou aplicativo para web, siga alguns passos, permitindo que ele consiga atingir o seu objetivo com sucesso.

Quais são os parametros necessarios para o desenvolvimento de um bom site?

- Usabilidade;
- Funcionabilidade;
- Reinventar e/ou pensar novas possibildades para a criação;
- Formas de interação com o conteúdo interno ou com outras ferramentes digitais e socias, como Blogs, Orkut, Twitter, Facebook, entre outros;
- Boa comunicação entre o sistema e o usuário;
- Entender e focar o objetivo do projeto, ou seja, não desviar do conteúdo programado.
- E principalmente boa navegação, permitindo que o usuário consiga, facilmente, navegar no site e se achar na página o que procura quando necessário.

Se bem aplicados esses paramêtros na prática, é quase certo que o desenvolvedor consiga atingir o seu objetivo, que é oferecer um site com conteúdo e que prenda a atenção do internauta, possibilitando a cada instante o aumento do fluxo de usuários.

20/09/2010 / Senscube

Arquitetura de Informação no universo hipermidiático

Com a sobrecarga de informação sobre o ser humano nos dias de hoje, temos sofrido da chamada Síndrome da Fadiga da Informação, que em outras palavras seriam os efeitos psicológicos, físicos, dentre outros causado pelo excesso de informação.

Uma corrente, na tentativa de diminuir os efeitos dessa fadiga, criou então o termo “Arquitetura de Informação”, para combater os seus sintomas.

Arquitetar a informação nos permite poupar tempo na procura de conteúdos e informações relevantes. Nos desvia do que não interessa, e nos leva direto ao ponto.

Somos influenciados pelos meios aos quais buscamos informação, pela infinidade de possibilidades que nos cerca, pelo intercâmbio entre os tipo de comunicadores existentes, e tudo isso nos leva a sofrer, as vezes sem nos dar conta, da tal síndrome da fadiga. O design e seu estudo consciente permite que consigamos prever, e guiar o usuário da melhor forma possível, e também de forma a minimizar o efeito gerado pelo excesso de informação.

08/09/2010 / Senscube

Deleite semiótico e performático para o mundo hipermidiático dos sentidos.

A dança, junto com os sons, movimentos e a respiração da dançarina, transcendem e alvoroçam nossos sentidos, fazendo-nos misturar e nos tornar parte do que estamos presenciando.

Para alguns, os movimentos, e a performance de cada uma, é apenas um monte de loucuras sucessivas  e sem sentido. Para outros, é a demonstração do sublime, da dança dos sentidos.

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